Domingo, 16 de Agosto de 2009

Sim, Joana, é para ti!
De Joana Freudenthal a 17 de Agosto de 2009
Querida Nucha,
Não foi instantâneo. Levei 0,3 segundos a perceber que é para mim. Mas, então, passou a ser tão óbvio e inequívoco!
Nos últimos dias, tenho pensado muito no muito que a Laurinda escreve sobre os laços. Que tecemos, que nos unem, que criamos. Que alimentamos?
Nem ela sonha quanto ela própria contribui! Ela não sabe, mas foi a ponte. Entre tantas coisas.
Daquilo que já conheces de mim, não sei se sabes que, graças a Deus, sou de riso fácil e de lágrima fácil, muuuuiiiiiiiiiiiiiiito fácil. Mas, tanto choro de alegria, como de tristeza, emocionada com uma coisa bonita, comovida com a dor. Na exposição que fui ver ao Prado, muitas vezes me vieram as lágrimas aos olhos, de tanta beleza. Por exemplo.
Ou seja, puseste-me a chorar, emocionada com a mistura de emoções (passe o pleonasmo) que possas imaginar que me sugere esta fotografia, a tua lembrança, o teu mimo, as memórias frescas.
Mas, são lágrimas de alegria... ;)
Obrigada, Nucha!
Muitos beijinhos.
Joana
De
Nucha a 17 de Agosto de 2009
Joana,
Nós somos, de facto, os laços que tecemos. Ou os nós.
E temos que alimentar esses nós e esses laços se os desejar-mos.
Também eu sou de riso e lágrima fácil por isso te entendo.
É giro ver como as fronteiras se dissipam com os laços e com os nós que se criam...
Ainda bem que gostáste.Apesar da fracçao de segundos...
Beijinhos.
Nucha
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